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Escrito por Paula Chies Schommer   
Seg, 03 de Novembro de 2008 17:19
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Quem Somos
Carta de Tânia Fischer
O I ENAPEGS
II e III ENAPEGS
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Contar a história da construção de uma rede é desafiador. Primeiro, porque são histórias, no plural. Histórias de pessoas, grupos, organizações que, em algum momento, lugar e razão, se cruzam e estreitam laços entre si, compartilham interesses, repertórios e objetivos, interagem com mais intensidade, atam mais forte os nós. Em outros momentos, se distanciam, agregam-se a outras redes, mais tarde retornam, já diferentes. A rede vai acontecendo, transformando-se, em seu próprio rumo e ritmo. A rede é viva, a história segue acontecendo. E cada novo elemento permite reinterpretar o que já se viveu.

Difícil também é escolher de onde começar, pois quando pensamos nas ligações dessa rede, quem estava ligado a quem, por que motivo, quando,... a história vai longe. Além do mais, se outra pessoa contar a sua versão, alguns detalhes serão esquecidos, outros lembrados, enfim, diferentes histórias têm espaço na narração “da história”.
Bem, mas o amigo Jeová Torres pediu-me para escrever algumas linhas contando um pouco das origens da Rede de Pesquisadores em Gestão Social - RGS. Essa rede foi uma das bases em que se construíram os ENAPEGS, encontros de pesquisadores em gestão social, iniciados em 2007. E como é difícil negar o pedido de um amigo (talvez a amizade e o respeito mútuo constituam a grande liga da rede), lá vou eu! A memória e as lembranças de encontros com amigos queridos ajudam, mas a busca por arquivos guardados em pastas escondidas no computador também ajudam bastante (percebo o valor da sistematização dos conhecimentos!).
Creio que um marco dessa Rede tenha sido uma reunião que aconteceu em novembro de 2003, em São Paulo, na FGV/EAESP, na qual discutíamos a criação de uma rede de pesquisadores ou de uma associação em torno de temáticas como gestão social, desenvolvimento local e afins. A reunião foi articulada por várias pessoas, sobretudo os professores Peter Spink, Fernando Tenório, Luciano Junqueira, José Antonio Pinho e Tânia Fischer, contando com uma rede de colegas e parceiros que já atuavam em conjunto em diferentes iniciativas.
Estavam presentes àquela reunião, acadêmicos, em sua maioria da FGV, da PUC/SP, da UFBA, da UFF e da USP, além de gestores e pesquisadores de organizações parceiras, como a APAE, o GIFE, o IDIS e o Instituto Pólis, sediados em São Paulo, e a Academia de Desenvolvimento Social, de Recife. A idéia era contar com pesquisadores e gestores seniores no campo ao lado de novos integrantes, tanto jovens acadêmicos como gestores de organizações que lidam com temáticas similares fora da academia.
Na ata da reunião estão os nomes de Caio Márcio Silveira, Edgilson Tavares de Araújo, Edson Sadao Iizuka, Fernando Fischer, Franklin Coelho, Hélio Silva, Ilka Camarotti, José Antonio Gomes de Pinho, José Carlos Vaz, Ladislau Dowbor, Luciana Rocha de Mendonça, Luciano A. Prates Junqueira, Luiz Carlos Merege, Marcelo Milano Falcão Vieira, Marcos Kisil, Maria do Carmo Brant de Carvalho, Miguel Matteo, Paula Chies Schommer, Pedro Cláudio Cunca Bocayuva, Peter Spink, Romel Pinheiro, Rosinha Carrion, Tânia Fischer, Tânia Zapata. A seguinte carta, enviada aos convidados para aquela reunião, exprime bem qual era a idéia naquele momento:

Contar a história da construção de uma rede é desafiador. Primeiro, porque são histórias, no plural. Histórias de pessoas, grupos, organizações que, em algum momento, lugar e razão, se cruzam e estreitam laços entre si, compartilham interesses, repertórios e objetivos, interagem com mais intensidade, atam mais forte os nós. Em outros momentos, se distanciam, agregam-se a outras redes, mais tarde retornam, já diferentes. A rede vai acontecendo, transformando-se, em seu próprio rumo e ritmo. A rede é viva, a história segue acontecendo. E cada novo elemento permite reinterpretar o que já se viveu.

Difícil também é escolher de onde começar, pois quando pensamos nas ligações dessa rede, quem estava ligado a quem, por que motivo, quando,... a história vai longe. Além do mais, se outra pessoa contar a sua versão, alguns detalhes serão esquecidos, outros lembrados, enfim, diferentes histórias têm espaço na narração “da história”.

Bem, mas o amigo Jeová Torres pediu-me para escrever algumas linhas contando um pouco das origens da Rede de Pesquisadores em Gestão Social - RGS. Essa rede foi uma das bases em que se construíram os ENAPEGS, encontros de pesquisadores em gestão social, iniciados em 2007. E como é difícil negar o pedido de um amigo (talvez a amizade e o respeito mútuo constituam a grande liga da rede), lá vou eu! A memória e as lembranças de encontros com amigos queridos ajudam, mas a busca por arquivos guardados em pastas escondidas no computador também ajudam bastante (percebo o valor da sistematização dos conhecimentos!).

Creio que um marco dessa Rede tenha sido uma reunião que aconteceu em novembro de 2003, em São Paulo, na FGV/EAESP, na qual discutíamos a criação de uma rede de pesquisadores ou de uma associação em torno de temáticas como gestão social, desenvolvimento local e afins. A reunião foi articulada por várias pessoas, sobretudo os professores Peter Spink, Fernando Tenório, Luciano Junqueira, José Antonio Pinho e Tânia Fischer, contando com uma rede de colegas e parceiros que já atuavam em conjunto em diferentes iniciativas.

Estavam presentes àquela reunião, acadêmicos, em sua maioria da FGV, da PUC/SP, da UFBA, da UFF e da USP, além de gestores e pesquisadores de organizações parceiras, como a APAE, o GIFE, o IDIS e o Instituto Pólis, sediados em São Paulo, e a Academia de Desenvolvimento Social, de Recife. A idéia era contar com pesquisadores e gestores seniores no campo ao lado de novos integrantes, tanto jovens acadêmicos como gestores de organizações que lidam com temáticas similares fora da academia.



Última atualização em Ter, 20 de Julho de 2010 15:26
 

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